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A minha caneta

Uma mulher e uma caneta (ou um teclado).

Uma mulher e uma caneta (ou um teclado).

A minha caneta

10
Out17

Dramas de mãe

a minha caneta

Querer que eles comam um pequeno almoço diversificado pode parecer fácil, em teoria mas, na prática, há dias em que é tão irreal como escalar o Everest. E dou por mim entre o leite e a torrada, o batido e a sandes, regressando novamente à torrada, enquanto esfrego olhos na tentativa de me manter acordada. Sim, isto quando não falta o pão, ou a manteiga... ou mesmo o leite. E quando consigo ter tudo, ou quase tudo, a minha filha adora olhar para a mesa e dizer: "só isto?". Dá-me umas ganas que enfio logo a cassete do "sabes que há muitos meninos que não têm pão nem leite? e que vão para a escola com muita fome?" Lengalenga que ainda não surtiu efeito que se veja, diga-se de passagem.

A verdade é que faço um esforço demoníaco para cumprir os mínimos olímpicos da diversidade alimentar. Mas, confesso, adorava carregar num botão e sair tudo feito. Tudinho. Tipo filme. Arrumado e com bom aspeto, cozinhado na perfeição. 

Até lá vou tentar não me esquecer do pão.

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